A revolução industrial no mundo moderno foi fortemente motivada pela introdução das máquinas têxteis a partir do XVIII. Nos anos seguintes de aprimoramento tecnológico dos equipamentos têxteis, a evolução chegou também para a fabricação das fibras, com um grande incremento da produção de fibras têxteis sintéticas durante o século XX e principalmente após o término da Segunda Guerra Mundial.
A obtenção de fibras sintéticas foi uma enorme evolução junto ao segmento têxtil, pois permitiu o desenvolvimento de materiais que combinavam durabilidade, elasticidade, resistência às condições ambientais e à abrasão, entre outras características que eram limitadas em tecidos confeccionados com fibras naturais. Foi o momento do surgimento do acrílico, do nylon, do poliéster, do polipropileno e de muitas outras fibras fabricadas a partir da síntese petroquímica de produtos derivados do petróleo.
Além das características citadas, outros fatores que impulsionaram a produção e o consumo de fios sintéticos, foi que o processo de extrusão para a formação de fios “plásticos” contínuos gerou produtos com custos menores, além do que, propiciou uma maior facilidade de manutenção, o que contribuiu para a sua ampla aceitação em diversas aplicações, como na fabricação de roupas esportivas, tecidos impermeáveis, revestimentos industriais entre outros.
O óleo para encimagem passando a ser um dos protagonistas desta evolução tecnológica
Para que os fios sintéticos conseguissem fornecer as qualidades mencionadas acima, havia a necessidade de que o seu processo produtivo fosse aprimorado, e que o fortalecimento dos fios fosse intensificado. Surge então o processo de encimagem, que simplificando, se trata de um procedimento para aglutinar as fibras dos fios, tornando-as mais coesas e consequentemente aumentando a sua resistência à abrasão, às quebras e aos rompimentos durante a tecelagem.
Embora sejam resistentes, os fios sintéticos podem ser suscetíveis a danos durante a tecelagem.
A utilização de um óleo para encimagem durante o processo passou a ser algo fundamental para se manter a qualidade e o rendimento operacional de uma produção têxtil.
O óleo de encimagem passou a ser um dos protagonistas do processo têxtil, pois na fabricação dos fios sintéticos, há a geração de muita estática. Isso ocorre devido aos fios entrarem em contato ao se movimentarem junto às peças metálicas do equipamento têxtil.
O contato entre os fios têxteis também propicia a formação de estática. Tal fator é crítico na indústria têxtil, pois contribui para a quebra e o rompimento dos fios. A ação do óleo para encimagem neste processo é a de eliminar o atrito entre o fio e o equipamento, além de elevar a sua capacidade de deslizamento.
Como o aumento das velocidades das máquinas têxteis, as exigências de performance do óleo para encimagem também foi ampliada. A formulação do óleo de encimagem passou a ter que ser balanceada de acordo com o tipo de operação que se desejava fazer, o tipo de fibra e principalmente, a velocidade da operação.
Com isso, além da minimização do atrito e da melhora do deslizamento do fio, outras características fundamentais passaram a ser exigidas do óleo para encimagem, entre as quais destacamos: possuir elevada estabilidade térmica, facilidade de lavagem para não interferir em processos posteriores, elevada adesividade dos aditivos para que não se desprendam durante o uso sob elevadas velocidades, possuir uma boa estabilidade à oxidação, ter uma viscosidade adequada que não resulte em respingos durante o processo, entre outras qualidades necessárias para um óleo de encimagem de qualidade.
Toda esta aditivação especial e uma formulação balanceada do óleo para encimagem tem por objetivo criar uma camada protetora adicional sobre os fios têxteis, fazendo com que estes possam gerar movimentos suaves nas máquinas de tecelagem, sem se romperem, operando em elevadas velocidades e consequentemente ampliando a produtividade.
Entendendo os processos de têxteis e o uso do óleo de encimagem
Em uma definição bem simples podemos dizer que o óleo de encimagem é empregado na lubrificação de fios. Acontece que no processo têxtil o uso de fios é a “mola propulsora” de todo o sistema. Então, é quase que impossível citar um processo têxtil que não use direta ou indiretamente o óleo para encimagem na sua produção.
Processo de Encolagem ou Encimagem
Consiste em um processo que reforça os fios, aplicando uma solução protetora com o óleo de encimagem, para que eles resistam ao atrito durante a tecelagem e evitem que se rompam durante a passagem no tear.
Processo de Texturização
É uma técnica para modificar a estrutura dos fios, aumentando a sua elasticidade, volume e suavidade, método que inclui falso torção e air-jet, e pode contar com o auxílio do óleo para encimagem no processo.
Processo de Urdimento
Consiste na preparação dos fios que serão organizados longitudinalmente no tear, formando o urdume, onde os fios são desenrolados dos cones e organizados em paralelo em um cilindro (urdume). Como este processo é realizado em elevadas velocidades, se o fio não estiver devidamente tratado com o óleo de encimagem, a possibilidade da ocorrência de rompimentos das linhas durante o processo é grande.
Processo de Conicalagem
É o processo de enrolamento de fios em cones ou bobinas cônicas após a fiação, para que possam ser utilizados em processos posteriores como urdimento ou tecelagem. Para se evitar quebras das linhas, os fios precisam ser tratados com um o óleo para encimagem de qualidade.
Processo de Repasse de Fios
É um processo que também exige uma boa lubrificação dos fios com o óleo de encimagem, pois consiste na transferência destes de um tipo de bobina ou cone para outro, ajustando a tensão e removendo defeitos, para melhorar a uniformidade do fio e garantir que os cones ou bobinas estejam preparados para o uso eficiente em etapas subsequentes, como tecelagem ou malharia.
A necessidade da utilização de um óleo de encimagem de qualidade
Em resumo podemos dizer que a necessidade da utilização de um óleo para encimagem no processo têxtil visa reduzir o atrito entre os fios e as máquinas, protegendo as fibras durante os processos de fabricação. O objetivo maior do uso de um óleo de encimagem de qualidade é o de se evitar a ocorrência de danos às fibras, controlando a geração de calor e com isso, prolongando a durabilidade dos fios durante o processamento têxtil.
O óleo para encimagem é aplicado ao longo do processo de fiação, urdimento ou tecelagem, para formar uma película protetora sobre as fibras, para ajudar a prevenir e evitar as quebras durante o processo.
Com o aumento das velocidade das máquinas têxteis, a utilização de um óleo de encimagem de qualidade se tornou algo fundamental, pois o atrito, a eletricidade estática precisam ser evitados e serem controlados os desgastes prematuros e os rompimentos comuns em operações em alta velocidades.
Aplicado diretamente sobre as fibras têxteis, o óleo para encimagem garante que estas não sofram modificações imprevistas no que diz respeito à estática adquirida durante sua fabricação, e com o uso de um óleo de encimagem de qualidade é possível aumentar a coesão e lubricidade entre os filamentos.
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O FARBO LINE L é um o óleo para encimagem formulado pela CADIUM, que é indicado para processos que operam com velocidades de até 900 metros por minuto.
Já o óleo de encimagem FARBO LINE H é um lubrificante têxtil de elevada qualidade, que suporta processos com velocidades de até 2.000 metros por minutos, sem gerar respingos no meio ambiente ou no tecido.
Os óleos de encimagem da CADIUM, FARBO LINE L e FARBO LINE H são lubrificantes têxteis de elevada performance que não interferem em processos posteriores, pois não geram resíduos, são totalmente laváveis e com isso, não oneram processos de lavagem e tingimentos com a necessidade de retrabalho para a retirada do lubrificante têxtil.
O FARBO LINE L e FARBO LINE H são óleos para encimagem indicados para processos de extrusão de filamentos sintéticos de PP, PET, PA, PET, PV e PAC, para mono e multifilamentos, lisos ou texturizados, contínuos ou de fibra cortada.
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